1. Agentes farmacológicos intravenosos para controle da freqüência cardíaca em pacientes com FA
1.2. Alterações clínicas esperadas de acordo com a gravidade das hemorragias
1.3. Classificação clínica de Killip
1.4. Classificação de insuficiência cardíaca da New York Heart Association
1.5. Classificação hemodinâmica de Forrester
1.6. Doses de drogas usadas para manutenção do ritmo sinusal
1.8. Drogas antiarrítmicas utilizadas na crise de TV
1.9. Efeitos das diferentes catecolaminas sobre os diferentes receptores
1.10. Escore de risco TIMI para IAM-CST
1.11. Escore de risco TIMI para SCA-NST
1.13. Medicamentos usados por via parenteral para o tratamento das emergências hipertensivas
1.14. Variáveis hemodinâmicas derivadas através de fórmulas (variáveis calculadas)
1.15. Variáveis hemodinâmicas obtidas através de aferição direta (cateter de Swan-Ganz)
2.1. Características de soluções
2.2. Compensação esperada para distúrbio do equilíbrio ácido-básico
2.4. Conteúdo eletrolítico em secreções corporais
2.6. Equações para predição das compensações respiratórias
2.7. Hiponatremia
2.8. Classificação e etiologia da hiponatremia
2.9. Necessidades hidroeletrolíticas
2.10. Perda corporal estimada de potássio de acordo com o nível sérico
2.11. Reposição de perdas conforme o tipo de fluido (para cada litro perdido)
2.12. Tabela de equivalência cristalóide/colóide
2.13. Tratamento da hipernatremia
2.14. Tratamento de emergência da hipercalemia
3.4. Broncodilatadores e suas respectivas doses
3.5. Dose e tempo de infusão dos fibrinolíticos em diferentes indicações clínicas
3.6. Drogas vasoativas, antiarrítmicas, anti-hipertensivas e inotrópicas (Parte 1)
3.7. Drogas vasoativas, antiarrítmicas, anti-hipertensivas e inotrópicas (Parte 2)
3.8. Drogas vasoativas, antiarrítmicas, anti-hipertensivas e inotrópicas (Parte 3)
3.9. Drogas vasoativas, antiarrítmicas, anti-hipertensivas e inotrópicas (Parte 4)
3.10. Drogas vasoativas, antiarrítmicas, anti-hipertensivas e inotrópicas (Parte 5)
3.11. Drogas vasoativas, antiarrítmicas, anti-hipertensivas e inotrópicas (Parte 6)
3.12. Drogas vasoativas, antiarrítmicas, anti-hipertensivas e inotrópicas (Parte 7)
3.13. Drogas vasoativas, antiarrítmicas, anti-hipertensivas e inotrópicas (Parte 8 )
3.14. Drogas vasoativas, antiarrítmicas, anti-hipertensivas e inotrópicas (Parte 9)
3.15. Principais propriedades dos sedativos e hipnoanalgésicos empregados em UTI
3.16. Propriedades dos principais bloqueadores neuromusculares empregados em UTI
4.1. Ajuste dos parâmetros para ventilação mecânica no paciente em exacerbação de asma
4.2. Características dos líquidos pleurais
4.3. Escores de Geneva e de Wells para TEP
4.4. Parâmetros de monitorização durante o desmame
4.5. Parâmetros para situações clínicas específicas
4.6. Níveis ideais de pressão de cuff
4.7. Tamanhos de máscara laríngea
4.8. Teste de Mallampati
5.1. Abordagem diagnóstica da IRA
5.2. Classificação de insuficiência renal – RIFLE
5.3. Diagnóstico diferencial de insuficiência renal aguda em cirrose
6.1. Algoritmo de conduta na hipertermia maligna
6.2. Algoritmo de tratamento do status epilepticus
6.3. Algoritmo para tratamento de hipertensão intracraniana no TCE grave
6.4. Alterações médias em processos infecciosos
6.5. Antibioticoterapia na meningite bacteriana
6.6. Avaliação da sedação
6.7. Critérios de exclusão para trombólise no AVCi
6.8. Critérios de Fischer modificados para a classificação da hemorragia cisternal
6.9. Cuidados durante e após uso de rt-PA no AVCi
6.10. Drogas que podem exacerbar os sintomas da miastenia grave
6.11. Escala de Coma de Glasgow
6.12. Escala de Hunt e Hess (modificada por Yasargil), quanto ao quadro clínico
6.13.Manuseio da hipertensão arterial na fase aguda da hemorragia intracraniana espontânea
6.15.Valores referenciais normais do líquido cefalorraquiano (adulto)
7.1. Grau de disfunção orgânica pelo LODS
7.2. Grau de disfunção orgânica pelo MODS
7.3. Grau de disfunção orgânica pelo SOFA
7.4. Índice de intervenção terapêutica - TISS
7.5. SAPS 3 – Pontuação – Parte 1
7.6. SAPS 3 – Pontuação – Parte 1.2
7.7. Sistema SOFA de disfunção orgânica
7.8. TISS – Classificação e estadiamento de pacientes em quatro classes de gravidade
7.9. Variáveis e pontuação utilizadas no índice SOFA
8.1. Algoritmo adaptado de Van Den Berghe et al.
8.2. Algoritmo de decisão da medida de pressão intra-abdominal.
8.3. Classificação de Child – A: 5-6 pontos, B: 7-9 pontos e C: ≥ 10
8.4. Critérios de Ranson: sinais prognósticos adversos na pancreatite aguda